O PSDB foi fundado em 1988 e um dos seus idealizadores foi Franco Montoro. No dia da fundação, Montoro quis fazer uma profecia e disse que “longe das benesses oficiais, mas perto do pulsar das ruas, nasce um novo partido”. Ele estava acompanhado de Fernando Henrique Cardoso, José Serra, Mário Covas, Aécio Neves, entre outras lideranças que deixaram o MDB e aderiram ao novo partido com um corte ideológico identificado de centro-esquerda. Já em 1989, concorria com Mário Covas à presidência da República, mas perdendo para Fernando Collor. De 1989 até 2018, participou de todas as eleições presidenciais, tendo vencido com FHC em 1994 e 1998. O PSDB cresceu em todo o Brasil e chegou a ter 799 prefeituras, uma bancada de 16 senadores, 19 governadores e, em 1998, elegeu 99 deputados federais. Mas o PSDB murchou com o passar dos anos por se mostrar um partido sem um programa de nação, um programa que se identificasse com os problemas brasileiros. E, aos poucos, foi se tornando um braço auxiliar do PT, sem lideranças nacionais, deixando apenas o governador Eduardo Leite como uma promessa presidenciável em 2026, e que parece estar com um pé fora do partido, seduzido por um convite do PSD para ser o seu candidato ao Planalto. O PSDB hoje está tão encolhido que pode se fundir com o PSD de Gilberto Kassab. Na política, quem não cumpre com a sua doutrina encolhe como partido. No circo das disputas eleitorais é aquele pequeno humorista que faz rir e que antes do politicamente correto era o anão preferido das crianças e da Branca de Neve.
Lula inquieto
A crise do Pix, o custo de vida subindo sem controle e o esperado aumento dos combustíveis com destaque para o preço do diesel são nuvens ameaçadoras para a meteorologia política em Brasília. E vale lembrar que a economia interna brasileira se movimenta a diesel. Mas a gasolina também vai subir. Lula, segundo seus assessores mais próximos, está inquieto vendo a previsão da “tempestade perfeita”.
Triste realidade
Um importante economista brasileiro, o professor José Pastore, estima que as empresas precisam contratar, neste ano de 2025, cerca de 500 mil trabalhadores, mas não conseguem fazê-lo porque o nível de capacitação da força de trabalho é lamentável. A isto se chama de falha governamental na política de criação de novas escolas de ensino técnico.
Lamacchia filho (1)
A publicação Relatório Reservado, edição de 23 de janeiro deste ano, fazendo considerações sobre a ausência da OAB/RS no Conselho Federal da Ordem que será escolhido hoje, informou que o fato pode ser considerado uma derrota política para o atual presidente, Leonardo Lamacchia.
Lamacchia filho (2)
Ainda de acordo com o RR, Leonardo Lamacchia “é filho de Cláudio Lamacchia, que comandou OAB Nacional entre 2016 e 2018.” Na verdade, Cláudio é o irmão mais velho de Leonardo e é muito jovem para ter um filho na idade do presidente da OAB/RS.
Lamacchia, uma liderança
A OAB nacional nem de longe é aquela entidade que liderou grandes momentos políticos da história moderna do Brasil. Leonardo Lamacchia pela OAB/RS tem sido uma voz solitária entre os advogados brasileiros na luta pelos seus direitos constitucionais tão machucados nos tempos atuais.
Sem ideologia de gênero
Donald Trump não quer saber de transgêneros nas suas Forças Armadas. Trump: “As Forças Armadas têm sido afligidas com uma ideologia de gênero radical para apaziguar ativistas e que muitas condições de saúde mental e física são incompatíveis com o serviço ativo”.
Márcio Pochmann
O atual presidente do IBGE está enfrentando uma crise interna na instituição jamais imaginada por ele. Márcio Pochmann é contestado pelo seu estilo de administrar a entidade e os protestos internos são de servidores de carreira que exigem isenção político-partidária do IBGE “sob pena de comprometimento da credibilidade do Instituto”. Sua cabeça já está solicitada no Planalto.
