O PT nacional realizou nesta segunda-feira reunião tensa marcada por cobranças e discussões. Uma das polêmicas foi a alteração transitória de regra do estatuto partidário que vedava a tentativa de reeleição de parlamentares que já tenham exercido três mandatos consecutivos na mesma Casa legislativa.
Para se ter uma ideia, caso a regra, que entrou em vigência em 2011, fosse mantida, 32 parlamentares, praticamente metade da bancada do partido na Câmara dos Deputados, ficariam impedidos de buscar novos mandatos nas eleições de 2026.
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Outro motivo que tem gerado tensão é a briga interna na Construindo um Novo Brasil (CNB), corrente da atual presidente nacional do PT, Gleisi Hoffmann.
Com representação nacional majoritária, o grupo está dividido. Por ora, da CNB, estão na briga para suceder Gleisi Hoffmann na presidência Edinho Silva e José Guimarães, líder do governo na Câmara. As eleições diretas para os comandos das instâncias petistas serão dia 6 de julho.
