Os programas eleitorais de rádio e TV começarão a ser veiculados no dia 30 e suas produções já mobilizam partidos. No Rio Grande do Sul, o tempo oficial de cada uma das coligações, calculado pela Justiça Eleitoral, será divulgado a partir do dia 16. O prazo máximo para a reunião com representantes dos partidos e emissoras termina dia 25.
Consideradas estratégicas, as veiculações representam um desafio cada vez maior. Não apenas em função do alto custo de suas produções, mas também devido ao papel cada vez maior, mais decisivo e mais profissional conquistado pelas redes sociais. Neste ano, há ainda mais um ingrediente que amplia os desafios: o uso da inteligência artificial.
Nesta quarta-feira começou a funcionar o número 1491, criado para receber denúncias de todo o país e visando combater a disseminação de conteúdos falsos. A iniciativa, assim como a disponibilização de um painel da Polícia Federal com estatísticas de investigações e crimes eleitorais, foi lançada em ato, na terça-feira, pela presidente do Tribunal Superior Eleitoral, ministra Cármen Lúcia. O TSE assinou ainda acordos com nove plataformas digitais, que se comprometeram a colaborar com o combate à desinformação.
A ministra destacou que o objetivo é o “garantir o voto livre de todos os eleitores sem contaminação com desinformações, com mentiras que façam com que a liberdade seja garroteada de maneira mágica, de maneira falsa, por informações que não condizem com a veracidade dos fatos, portanto, com a possibilidade de fazerem livremente as suas escolhas”.
Nominatas adequadas à redução
Apesar das convenções partidárias já terem chegado ao fim, o projeto que reduz uma vaga para vereador de Porto Alegre, a partir do próximo ano, ainda não foi aprovado na Câmara da Capital. A votação do segundo turno está prevista para o dia 12, próxima segunda-feira. Na prática, a aprovação da mudança na Lei Orgânica será um procedimento burocrático, já que todas as nominatas anunciadas já se adequaram às novas normas com no máximo 36 candidatos - 35 eleitos mais um.
Apartes
A Câmara de Porto Alegre retornou do recesso no formato presencial, extinguindo a possibilidade de participação híbrida nas sessões. Vereadores terão de equalizar os compromissos legislativos com as agendas de campanha.
