Com o fim do prazo de desincompatibilização, no último sábado, e o desembarque de integrantes do primeiro escalão do governo do Estado, para concorrerem nas eleições de outubro, avançará, nos próximos dias, a reformulação no secretariado do governador Eduardo Leite (PSD).
Das 30 pastas da administração, 12 perderam seus titulares. O número seria ainda maior, caso Leite tivesse renunciado para disputar o Planalto. Como Leite cumprirá o mandato até o fim, em função da escolha do governador de Goiás, Ronaldo Caiado, para representar o PSD na disputa à presidência da República, permanecerão nos cargos peças estratégicas que acompanhariam Leite no desembarque, como o chefe da Casa Civil, Artur Lemos, e as secretárias da Fazenda, Pricilla Santana, e da Educação, Raquel Teixeira.
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As alterações que serão colocadas em prática, devido à necessidade de sucessões, segundo interlocutores do Executivo, serão “interessantes”. “Será uma reforma de meio de caminho. Nem conservadora, nem ousada”, disse um deles à coluna. Os sucessores não ficarão restritos a nomes que já estão atuando no governo. Outros, de fora, virão compor o novo grupo de primeiro escalão.
