As definições partidárias em relação às composições das chapas majoritárias formam o mapa eleitoral oficial, mas há uma série de dissidências e movimentos informais. Nestes casos, os pré-candidatos não são beneficiados com os tempos de rádio e TV, mas valorizam as adesões. Considerando os partidos que até pouco tempo integravam a base aliada do governo Eduardo Leite (PSD), majoritariamente, há dissidências entre seus quadros, que seguem defendendo a gestão e estão ao lado do pré-candidato do MDB, Gabriel Souza. São os casos, especialmente, do PP, do PDT e do PSB. O PP formalizou o apoio ao pré-candidato do PL, Luciano Zucco, o PSB, está com o ainda pré-candidato do PT, Edegar Pretto, e o PDT tem sua própria representante: Juliana Brizola. Todos têm alas de dissidentes que seguem alinhados ao governo do Estado. Há ainda, a diferenciada situação do União Brasil. O partido está em federação com o PP, que ainda aguarda formalização da Justiça Eleitoral, mas já declarou apoio a Gabriel.
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O TSE irá divulgar a divisão oficial após o registro das candidaturas e coligações, mas cálculos prévios já foram feitos pelos partidos. De acordo com os apoios formais da atual configuração do mapa no Estado, e ainda sem contabilizar o tempo que é distribuído de forma igualitária entre os candidatos, Zucco terá a maior visibilidade no rádio e na TV, com cerca de cinco minutos. Gabriel Souza e Edegar Pretto com pouco mais de dois minutos. Juliana terá em torno de 25 segundos e o tucano Marcelo Maranata, aproximadamente 15 segundos. O horário eleitoral gratuito começa em 16 de agosto.
