A situação da deputada estadual Zilá Breitenbach (PSDB) está gerando desgosto. A avaliação é a de que Zilá está sendo “escanteada” pelo governo e pelo partido. Zilá ficou na suplência, e dos deputados tucanos na mesma situação, foi a mais votada, com 21.521. Luiz Henrique Viana e Matheus Wesp foram para o secretariado. Rodrigo Maroni saiu de cena. Zilá, que tem 80 anos, sequer foi chamada para conversar. O xadrez das mudanças no primeiro escalão do prefeito Sebastião Melo (MDB), que poderia auxiliar a deputada, também não avançou.
A política é mesmo cruel. Zilá comandou a Comissão da Saúde nos períodos mais críticos da pandemia e é a deputada com mais leis aprovadas na Assembleia. Entre elas, a da Ficha Limpa. Ela está em silêncio, mas articuladores próximos afirmam que é só tristeza e que sente-se como “a decana tucana deixada de lado”.
