Taline Oppitz

Parece que Porto Alegre não vive calamidade

Com problemas urgentes a serem enfrentados no município, discussão sobre aborto mobilizou vereadores da Capital nesta quarta-feira

Pauta propõe que, antes de uma gestante vítima de estupro ou com uma gravidez de risco opte pelo aborto, o médico deve sugerir a ela que escute os batimentos cardíacos do feto
Pauta propõe que, antes de uma gestante vítima de estupro ou com uma gravidez de risco opte pelo aborto, o médico deve sugerir a ela que escute os batimentos cardíacos do feto Foto : Reprodução / Câmara de Porto Alegre / CP

A situação em Porto Alegre não é de calamidade e a cidade não tem problemas urgentes a serem enfrentados, considerando a pauta que mobilizou discussões de vereadores de Porto Alegre, nesta quarta-feira, em plenário.

Uma proposta, que tramita nas comissões, e cuja pauta não é da alçada de um Legislativo municipal, estabelece que o médico deve sugerir, à gestante vítima de estupro ou com uma gravidez de risco, antes da definição pelo aborto, que é legal nestes casos, que ela escute os batimentos cardíacos do feto.