A situação em Porto Alegre não é de calamidade e a cidade não tem problemas urgentes a serem enfrentados, considerando a pauta que mobilizou discussões de vereadores de Porto Alegre, nesta quarta-feira, em plenário.
Uma proposta, que tramita nas comissões, e cuja pauta não é da alçada de um Legislativo municipal, estabelece que o médico deve sugerir, à gestante vítima de estupro ou com uma gravidez de risco, antes da definição pelo aborto, que é legal nestes casos, que ela escute os batimentos cardíacos do feto.
