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Saiba a importância das Boas Práticas Agrícolas na redução dos riscos de deriva no campo

Neste ano, mais de 600 produtores rurais e aplicadores gaúchos participaram de treinamentos em tecnologia e aplicação oferecidos pela Corteva Agriscience

Desde 2006, a área de Boas Práticas Agrícolas da Corteva já capacitou mais de 35 mil pessoas em 1.600 eventos em todo o Brasil por meio do PAR - Programa de Aplicação Responsável
Desde 2006, a área de Boas Práticas Agrícolas da Corteva já capacitou mais de 35 mil pessoas em 1.600 eventos em todo o Brasil por meio do PAR - Programa de Aplicação Responsável Foto : Mercedes Concórdia Carrão-Panizzi, Embrapa / CP Memória

A deriva é um fenômeno caracterizado pelo deslocamento de uma porção do defensivo agrícola para fora da área-alvo durante a aplicação, podendo atingir outras áreas, como culturas sensíveis. Esse fenômeno pode ser causado por fatores como vento, condições meteorológicas, tamanho das gotas de pulverização e altura da barra aplicadora, Casos de deriva têm sido registrados por produtores de uva, oliva e maçã em algumas regiões do Rio Grande do Sul nos últimos anos.

O cenário acende um alerta sobre a importância de programas de Boas Práticas Agrícolas para capacitar os produtores e aplicadores., que têm se beneficiado muito de diversas iniciativas como essa da Corteva Agriscience, empresa que investe em pesquisa e aposta na parceria e desenvolvimento aposta na parceria com os trabalhadores do campo

O Programa de Aplicação Responsável (PAR) é realizado em parceria com a Fundação de Estudos e Pesquisas Agrícolas e Florestais (FEPAF) da Universidade Estadual Paulista (UNESP),o projeto promove formas de apoio que incluem qualificação e acompanhamento, orientação técnica, treinamento prático e capacitação para uso das ferramentas de aplicação de defensivos.

Os módulos, focados em culturas específicas, como soja, milho, arroz e pastagem, entre outras, trazem orientações desde o uso correto de defensivos agrícolas e dos Equipamentos de Proteção Individual (EPI), até conceitos de Boas Práticas Agrícolas na aplicação de defensivos, com objetivo de otimizar recursos, promover responsabilidade e eficácia nas aplicações e garantir a sustentabilidade do agronegócio. No Rio Grande do Sul, o produtor conta ainda com curso específico para as novas Instruções Normativas de Aplicação de Defensivos (IN’s), realizado em 80 municípios desde 2019.

Desde 2006, a Corteva já capacitou mais de 35 mil pessoas em 1.600 eventos em todo o Brasil por meio do PAR - Programa de Aplicação Responsável.

A empresa já investiu cerca de R$ 6 milhões em ações voltadas à capacitação no país. Em 2025, mais de 600 produtores rurais e aplicadores gaúchos participaram de treinamentos em tecnologia e aplicação.A iniciativa tem ajudado a mudar a realidade em diversas lavouras. Thiago Alessio, sojicultor de Bagé (RS), relata a experiência positiva de sua propriedade, onde convive harmonicamente com vizinhos que cultivam parreiras e oliveiras, tudo isso utilizando corretamente herbicida Enlist® Colex-D® (novo 2,4-D sal colina).

“O Enlist® Colex-D® possui uma aplicação que reduz o potencial de deriva, preservando a lavoura vizinha e a própria O nosso pai também tem um pequeno parreiral na propriedade, produz uvas de mesa para fazer suco e um vinho artesanal, também sem problema algum nessa questão. A lavoura fica a 70 e 80 m. Temos várias árvores frutíferas ali e muitas delas são para o nosso consumo. Sempre atuamos com responsabilidade e respeito, atentos à questão da deriva, principalmente, e a umidade relativa do ar e a inversão térmica”, comenta Alessio.

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Embora a deriva seja uma preocupação legítima para muitos cultivos frutíferos e demais plantas sensíveis, é notável que a aplicação responsável das Boas Práticas Agrícolas tem feito a diferença no campo.

A gente vem enfrentando muitos desafios para controle de plantas invasoras. Então nos últimos anos optamos pela tecnologia presente no produto Enlist® Colex-D, sempre respeitando as boas práticas agrícolas, velocidade de vento e umidade relativa do ar, para que não ocorra nenhum dano a culturas sensíveis e aos vizinhos. Nunca tive nenhum problema, até a minha esquerda eu tenho uma flor que seria bastante suscetível a uma aplicação do 2,4-D, porque a barra do pulverizador passa a 4 ou 5 metros dela e ela está toda florida ainda, mas a tecnologia da Corteva reduz em até 90% o potencial de deriva, quando aplicado com pontas de pulverizador de ar”, diz Philipe Paganella de Barros, sojicultor de Bagé (RS). Os exemplos mostram que é possível realizar um manejo mais eficiente e responsável na lavoura, cultivando as boas práticas agrícolas a fim de colher melhores resultados para todos.

A Corteva Agriscience convida os produtores gaúchos a participarem desse compromisso para fortalecer os diferentes elos da agricultura. Para conhecer mais sobre as práticas implementadas pelos agricultores gaúchos e o programa da de Aplicação Responsável da Corteva Agriscience, assista ao vídeo completo que retrata como essa realidade está sendo transformada no Rio Grande do Sul.

Veja mais práticas no canal Corteva Agriscience Brasil: