"A orientação que temos por parte da CBF é a de que prevalece a cobrança de penalidade onde existe presença das duas torcidas, ou seja, representantes das duas agremiações", argumentou Chagas. "Não tem motivos, portanto, a revolta por parte dele. Se a reclamação está sendo feita pela goleira que escolhi para as penalidades, é muito pequena diante da grandeza de um confronto da dupla Gre-Nal", emendou o árbitro.
Chagas não revelou se pretende tomar alguma atitude em relação às acusações feitas por Siegmann, contra a sua idoneidade no jogo, mas relatou que vai analisar tudo com calma, mas que ficou bastante chateado por sua família ter sido incluída na manifestação. "Primeiramente, não escutei e soube por terceiros que ele proferiu falas à minha pessoa e a meu falecido pai", enfatizou Chagas."Vou ter a serenidade para sentar com meus colegas e tomar a atitude correta. Sem emoção e, sim, com justiça. Farei a súmula tranquilamente e tudo que aconteceu em campo será relatado como é necessário."