"Expulsei, diretamente, com cartão vermelho, aos 47 minutos do segundo tempo, o atleta número 14, Fabrício dos Santos Silva, do Inter, por atingir com um tapa o rosto do adversário número 36, Ramiro Benetti, do Grêmio, no momento em que disputavam a bola. O atleta atingido não necessitou de atendimento médico", relatou o juiz, cuja atuação foi criticada pelo presidente do Inter, Giovanni Luigi.
Devido a isso, Fabrício corre o risco de ser denunciado pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD). O camisa 14 pode responder por dois artigos do Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD): o 250, por "praticar ato desleal ou hostil", cuja pena varia de um até três jogos e o 254-A, por "praticar agressão física", o que pode garantir de quatro a 12 jogos de suspensão.
Quanto ao cartão vermelho dado para Werley, Corrêa justificou que o zagueiro do Grêmio atingiu "com a sola da chuteira as costas de seu adversário, número 8, Willians Domingos Fernandes, do Inter. O atleta atingido não necessitou de atendimento médico".
Sobre a expulsão de Jorge Henrique, que também foi muito contestada, Corrêa relatou: "Expulsei, após apresentar o segundo cartão amarelo, por calçar o adversário Hernán Barcos, do Grêmio, impedindo ataque promissor do mesmo".