“Tenho lembranças maravilhosas do Olímpico, fiquei dos 7 aos 20 anos no Grêmio. É sempre uma grande alegria voltar a jogar lá”, escreveu.
Apesar da rejeição a Ronaldinho continuar grande, desta vez a mobilização da torcida e do clube sobre sua volta ao Olímpico como adversário é bem menor do que o ano passado. Direção e jogadores do Grêmio evitam criar um clima de animosidade por causa da presença do atleta e tratam o jogo como uma partida comum.
“Claro que a torcida vai pegar no pé dele. Mas o Ronaldinho já viveu isso antes e é experiente. Ele vai saber como lidar. Acho que a gente cresce pela importância que é o jogo, e não por causa de vaias ou protesto. Contra o Palmeiras era um jogo importante por ser semifinal e por isso fiz de tudo para jogar. O Ronaldinho também é por aí, já que o Atlético-MG está na parte de cima da tabela. Quanto a nós, isso não deverá interferir nada no nosso time”, comentou Kléber.