Os motivos variam de um caso para outro, mas 25% dos clubes que disputarão o próximo Campeonato Brasileiro não têm definido o nome do treinador para a próxima temporada. Até o torcedor do Botafogo de barriga cheia após os títulos recentes do nacional e da Libertadores da América vive a incerteza de quem comandará o time em 2025. Ou seja, às vésperas do Natal, o clima é de mistério como o conteúdo dos presentes acomodados na árvore.
Estado com maior número de representantes no Brasileirão, São Paulo, em tese, tem poucas indefinições. Isso porque Abel Ferreira, sempre valorizado à frente do Palmeiras, tem assédio do Sporting, de Portugal. Os rivais Corinthians e São Paulo mantém Ramón Díaz e Luis Zubeldía, respectivamente. No Santos, Gustavo Costas, técnico do Racing é a bola da vez. Nos clubes do interior, Eduardo Barroca foi anunciado no Mirassol e Fernando Seabra permanece no Bragantino.
No Rio de Janeiro, o Vasco pode anunciar ainda hoje Renato Portaluppi de volta a São Januário. Filipe Luiz e Mano Menezes seguirão nos comandos de Flamengo e Fluminense. No Botafogo, porém, reina a expectativa. Arthur Jorge tem contrato, mas os clubes árabes acenam com propostas milionárias. Em Salvador, Rogério Ceni continua no Bahia, assim como Thiago Carpini, renovado com o Vitória. Em Minas, o Atlético segue à procura do substituto de Gabriel Milito e Fernando Diniz respira no Cruzeiro.
No nordeste, Pepa renovou com o Sport, Léo Condé com o Ceará e Juan Pablo Vojvoda é intocável no Fortaleza. Por fim, no Sul, Inter e Juventude mantém Roger Machado e Tiago Matías. Resta o Grêmio sem rumo após a saída de Renato.