De qualquer forma, Ribeiro admitia ter um Plano B caso a negociação com Abel não tivesse o esperado final feliz. "Temos mais um ou dois nomes."
O dirigente também comentou a recusa dos empresários de Paulo Henrique Ganso em aceitar a proposta feita pelo Santos para gerenciamento da carreira do jogador fora dos gramados. "A decisão não partiu dele (Ganso)", garante Ribeiro, que vai insistir. "Conversando com ele, sem dúvida, facilita as coisas", disse, esperançoso.
O dirigente nega que a proposta feita ao meia jovem tenha sido inferior à de Neymar. "Neymar é champanhe, Ganso é Bordeaux. Cada um tem seu momento, mas beber os dois é ótimo." E lembrou que alguns vinhos podem vir a ser mais caros do que champanhes.