"Eu me sinto muito orgulhoso, como treinador, principalmente pela cultura tática e alma de competição que tem o Fluminense. Vir para um jogo de Libertadores sem treinar o time é complicado. Nós tínhamos algo programado sem treinar, e tivemos de mudar em cima da hora, no momento do vídeo", relatou.
Depois de enfrentar o clássico contra o Vasco, no último sábado, o Fluminense viajou para Caracas na segunda-feira, e praticamente não treinou no dia seguinte, por conta do gramado ruim do estádio Olímpico. Além disso, não pôde contar com Thiago Neves, barrado por conta do uso indevido de um medicamento, e nem com Digão, com dores musculares. Fora os desfalques certos de Deco e Gum.
Para superar o Caracas e conseguir a vitória por 1 a 0, na estreia, o Tricolor precisou não só da habilidade dos jogadores para compreenderem rapidamente a estratégia a ser adotada, mesmo com os desfalques, mas também do espírito de disputa da Copa Libertadores.
"Ficou provado no segundo tempo, mesmo não muito bom, que o time tem alma de competição muito grande. Essa alma tem contagiado o torcedor tricolor e nesta quarta-feira me contagiou. Essa vitória me dá um orgulho enorme, uma satisfação muito grande", comentou Abelão.