O presidente da FIGC, Maurizio Beretta, declarou: "temos que nos manter otimistas, existe um espaço para nos entendermos e para chegarmos a um acordo". Em sua opinião, "a ameaça de greve não ajuda em nada as negociações", mas ele está convencido de que "a situação vai melhorar".
Os jogadores não concordam com as decisões relativas às regras contratuais da Liga de seu país, em particular com um dispositivo que prevê que um jogador em seu último ano de contrato com um clube aceite uma transferência ou tenha o contrato desta última temporada reduzido em 50%.