Segundo ele, as ferramentas para o combate à violência e melhoria do ambiente nos estádios já estão contempladas pelo Estatuto do Torcedor. A aplicação, no entanto, deixa a desejar. “Ficou demonstrado que, quando necessárias, (as prisões) não aconteceram”, disse Rebelo, que usou como exemplo o caso da briga entre torcedores do Vasco e Atlético-PR.
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O ministro exigiu o fim da impunidade para casos como o que resultou na morte de um torcedor do lado de fora do Arruda, em Recife. Após o jogo entre Santa Cruz e Paraná, o torcedor Paulo Ricardo Gomes da Silva foi vítima de um vaso sanitário atirado da arquibancada do estádio tricolor.
O ministro disse ainda que atos violentos no esporte não são um privilégio do Brasil, mas deu a sua receita para que haja uma mudança da mentalidade em relação ao esporte no país da Copa. “A impunidade estimula a prática do crime. Terminar com esse ciclo já seria um bom começo”.
Nesta segunda-feira, Aldo Rebelo visitou a Gávea, um dos Centros de Treinamentos de Seleções (CTS) chancelados pelo Comitê Organizador da Copa (COL) e que será adotado pela seleção da Holanda no Mundial. De lá, o ministro e sua comitiva seguiram para um resort em Mangaratiga, na Costa Verde, para vistoriar as instalações que vão receber a Itália.