Ainda de acordo com os cartolas diretamente envolvidos nas conversas, Alex colocou o dia 18 como data para desembarcar no Brasil. Ele deve estabelecer a família em Curitiba (PR), sua cidade natal, e depois decidir o seu futuro. A ideia é se reunir com jogador assim que ele voltar ao país e oferecer um vínculo de no mínimo duas temporadas. Oferecer um projeto para ele encerrar a carreira com a camisa alviverde também está nos planos – Alex tem 35 anos.
Gerente de futebol e companheiro do meia na conquista da Libertadores de 1999, Cesar Sampaio revelou que ligou para o amigo. "Não formalizamos proposta, mas oficializamos o interesse. Ele já conhece o clube, tem uma identificação enorme e já sabe o quanto o queremos, tanto clube quanto torcida. Ele disse que ficou lisonjeado com o interesse do Palmeiras. A negociação com ele já é um início do projeto 2013", disse ao site do Verdão.
Não é só a amizade com Sampaio e a identificação com o clube que o Palmeiras tem como trunfo para repatriar o Maestro. Gilson Kleina, treinador da equipe, é padrinho de casamento do jogador. Eles se conhecem desde a base do Coritiba, equipe que revelou Alex.
O jogador está na pauta alviverde desde a metade do ano. Na época, o Palmeiras entrou em contato com o jogador, mas ele havia dito que ainda tinha vínculo com o Fener (era até metade de 2013), e por isso, a liberação não era possível até então. Depois, a relação com o técnico Aykut Kocaman se tornou insustentável, e Alex rescindiu o contrato. Segundo ele, o acordo foi desfeito em uma reunião de três minutos.