Com a medida, Andrés não vai nem comparecer ao sorteio dos grupos da Copa das Confederações, em São Paulo, deixando o Brasil sem representantes, já que, segundo ele, só o técnico e o diretor de seleções estariam credenciados e o país-sede não tem nenhum dos dois cargos ocupados.
Andrés negou ainda que Ronaldo ou o secretário-geral da Fifa, Jérôme Valcke, tenham falado com ele para recuar na primeira vez que avisou sobre a saída e ter considerado ir ao sorteio no sábado.
O presidente da CBF, José Maria Marin, já está ciente da demissão de Andrés e avisou que o cargo de diretor de seleções não existirá mais na estrutura da entidade.