"Vamos precisar de pelo menos seis dias para comprovar se a circulação do sangue no membro responde como tem que responder", disse o professor Igor Rossello, que operou Kubica no domingo durante sete horas no hospital Santa Coroa de Pietra Lígure, perto de Gênova, na Itália. "A mão está quente (com sangue circulando), o que significa que a operação foi bem sucedida", completou o cirurgião.
No domingo, os cirurgiões também tiveram que deter uma importante hemorragia interna e estabilizar uma fratura do fêmur direito do piloto. Segundo as primeiras informações, Kubica, 26 anos, seccionou parcialmente a mão com a barreira de segurança da estrada, que entrou no veículo quando o Skoda Fabia S2000 que ele dirigia saiu da pista no domingo, durante o rali Ronde di Andora.