"A PFC tem os mesmos poderes de uma CPI, pode convocar, solicitar balancete, investigar, quebrar sigilo, mas é restrita a entidades do poder público ou que recebem verba pública", disse Garotinho, explicando que a CBF, a Fifa e seus representados, receberam incentivos fiscais de R$ 1,1 bilhão. De acordo com o deputado federal, Ricardo Teixeira é sócio de empresas que atuam com o Comitê Organizador Local da Copa de 2014, como pessoa física, e tem o poder de indicar quais vão realizar atividades relacionadas ao Mundial.
"Essas empresas vão receber incentivos fiscais, municipais, estaduais e federais. Qualquer tipo de evento. É ele (Teixeira) que indica, e não paga imposto."