A ausência de Messi refletiu na mentalidade do time. A equipe ficou sem repertório, acuada atrás, esperando o contra-ataque e, rifando todos os lances de ataque com tiros de fora da área. Foram raras as penetrações na área do Equador.
Os disparos de fora até renderam. No primeiro lance do jogo, Di María chutou. Domínguez rebateu e cometeu pênalti em Palacio. Agüero cobrou e mandou a pelota lá dentro. A Argentina deixou o Equador crescer e marcou muito mal na retaguarda. Numa bola aérea, Castillo subiu mais que todo mundo e deixou tudo igual.
A seleção equatoriana apertou e Caicedo mergulhava em toda jogada, pressionando o árbitro para a marcação de um pênalti. Com Messi em campo durante meia hora da segunda etapa, a Argentina melhorou bastante. Teve uma ótima chance numa linda arrancada, mas foi fominha na hora da conclusão.