Com 15 gols marcados em 15 partidas, o Santos está longe dos melhores ataques do torneio, e não balançou as redes nos últimos três últimos compromissos, contra Inter, Corinthians e Cruzeiro. Contra os dois mais recentes ficou evidente o mau momento da pontaria dos atacantes: o time acertou somente uma finalização em cada partida, e errou 16 na soma total.
Desde o retorno do Brasileirão após a pausa da Copa do Mundo, em seis partidas, o Peixe tem média de 2,6 finalizações certas por jogo. Número bem diferente do que o time de Oswaldo de Oliveira teve no Paulistão, por exemplo. Apesar do vice-campeonato, o Santos teve o melhor ataque com folgas e colecionou goleadas diante de adversários mais fracos, com média de 6,3 chutes em direção ao gol rival por partida.
Os números evidenciam que o superataque do primeiro semestre, que encantou a torcida e fez lembrar a marca do “DNA ofensivo”, já não aparece faz tempo na Vila Belmiro. O alívio para Oswaldo é que o time passou a finalizar mais vezes após a chegada de Robinho, que na Copa do Brasil até fez gol e deu assistência. Falta acertar no Brasileirão.