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Atlético-MG arrecada mais de R$ 7,2 milhões com final da Libertadores

Renda bruta da partida contra o Olímpia superou os R$ 14,1 milhões

Renda bruta da partida contra o Olímpia superou os R$ 14,1 milhões
Renda bruta da partida contra o Olímpia superou os R$ 14,1 milhões Foto : Vanderlei Almeida / AFP / CP
O Atlético-MG conquistou seu primeiro título da Libertadores nessa quarta-feira, e de quebra embolsou um valor líquido de R$ 7,2 milhões. A arrecadação bruta foi de R$ 14.176.146, com o preço dos ingressos acima do normal para o futebol brasileiro, uma média de R$ 225 por bilhete. Recorde na história do futebol sul-americano.

É um recorde para o futebol brasileiro e sul-americano. No Brasil, o recorde anterior também havia sido de uma partida deste ano, Santos e Flamengo,no Mané Garrincha, pela primeira rodada do Campeonato Brasileiro e o adeus de Neymar ao Santos. O valor arrecadado com a final da Libertadores é mais que o dobro desse antigo recorde, que foi de R$ 6,9 milhões.

O resultado líquido para os atleticanos também surpreende: já descontando uma penhora de R$ 1,3 milhão (não especificada), o Galo levou para casa R$ 7,2 milhões. Antes do jogo, o presidente Alexandre Kalil relutou em usar o Mineirão, querendo manter o ambiente de caldeirão proporcionado pelo acanhado Independência, cuja capacidade é de 23 mil pessoas.

Diante da demanda de torcedores e da importância da partida, os ingressos chegaram a R$ 500, completando um ciclo gradativo de aumentos que começou na fase de mata-mata da Libertadores. Além disso, foram poucos bilhetes de meia-entrada: só 2.475, em um universo de 56.557 pagantes.

A Minas Arena, empresa que administra o Mineirão, e a Federação Mineira também se beneficiaram. Explorando apenas os ingressos do setor Premium – 7.592 entradas ao preço médio de R$ 412 –, a administradora teve faturamento líquido de R$ 2,75 milhões. A FMF, tirando 5% da fatia atleticana da renda bruta e também da Minas Arena, arrecadou R$ 708 mil.

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