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"Eu sempre me senti bem-vindo no Brasil. Lembro de andar na Indy no Rio", comentou. "Nessa minha nova vida, em que consegui colocar muitas atividades e feitos, não uso mais uma camisa de seleção, na frente dos fãs", avaliou Zanardi.
Ele mostrou uma dedicação inesgotável para garantir que o carro #24 da BMW Motorsport não tivesse qualquer déficit de performance em relação aos concorrentes. Bi-amputado num terrível acidente na corrida da Alemanha da Indy, em 2001, Zanardi ajudou a desenvolver um sistema direção apenas com as mãos, executando mais de 12 comandos diferentes em sua pilotagem. Além disso, treinou exaustivamente as trocas de piloto, que precisam ocorrer em menos de 20 segundos para o revezamento ao longo das 24 Horas de corrida.
Quando o BMW apresentou problemas eletrônicos, ele foi à sala de imprensa comentar sobre a prova, sem deixar o entusiasmo passar. "Espero voltar mais tarde aqui para falar com vocês mais dessa corrida."
Alex Zanardi comenta sobre o apoio dos brasileiros desde a Olimpíada e da sua relação com fãs #Rolex24 @lxznr pic.twitter.com/aJGB69blQU
— Bernardo Bercht (@berbercht) 26 de janeiro de 2019