Esportes

Atrasos da Unimed geram desconforto no Fluminense

Empresa é responsável por pagar de 50% a 80% dos salários das estrelas do elenco

Atrasos da Unimed geram desconforto no Fluminense
Atrasos da Unimed geram desconforto no Fluminense Foto : Wagner Meier / AGIF / Folhapress / CP Memória
O Fluminense está pressionado. A Unimed, responsável por pagar de 50% a 80% do salário das principais estrelas do elenco, não tem honrado os compromissos assumidos. Assim, deixa o clube em posição complicada para manter os seus jogadores. "Sabemos que há atrasos da parte da Unimed e alguns jogadores podem sair. Mas temos de saber levar. Futebol é assim", disse Wágner, no desembarque do Fluminense.

Além de reconhecer os atrasos da empresa, que se encaminham para o terceiro mês consecutivo, o camisa 10 comentou que é hora de dar “um voto de confiança aos dirigentes” e utilizou a palavra “sufoco” para se referir à atual situação do elenco. "Sabemos que tem muita especulação neste momento, mas temos total confiança no Mário Bittencourt (vice de futebol) e no presidente (Peter Siemsen), que já disseram para ficarmos tranquilos que as coisas vão se resolver. Vamos acreditar na palavra deles, dar um voto de confiança. Na hora de brigar para ser campeão vai ter valido a pena todo o sufoco que estamos passando", afirmou.

Diego Cavalieri, que ao renovar o contrato passou a ter a totalidade de seus vencimentos paga pelo clube, pregou que é preciso ter paciência com a antiga patrocinadora, mas admitiu que o impasse é prejudicial. "Alguns se queixam de pendências. Mas é um período, um momento difícil. Temos que ter compreensão. É claro que quanto antes for resolvido qualquer problema extracampo, facilita o nosso trabalho", explicou.