O Brasil de Pelotas teve oito jogadores punidos pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) dois dias antes da final da Série D do Campeonato Brasileiro diante do Tombense por conta dos incidentes na partida contra o Londrina, pelas quartas de final. Em julgamento nesta sexta-feira, apenas o goleiro Eduardo Martini foi absolvido. A maior pena foi para o atacante Jonathan, que pegou dez partidas de competições nacionais de gancho.
Além de Jonathan, foram punidos Eduardo Brock, Cirilo, Gustavo Papa, Zotti, Nunes, Éder e Márcio. O técnico Rogério Zimmermann e o preparador físico Alex Lessa também sofreram punições. O advogado do Brasil de Pelotas, Alexandre Borba, já entrou com um recurso para que os jogadores sejam liberados para a final. O presidente do clube, Ricardo Fonseca, acredita em uma decisão favorável ainda nesta sexta-feira.
“Acho que o bom senso deverá acontecer por parte dos julgadores desse efeito suspensivo. Acreditamos que vamos receber a decisão ainda nesta noite. A delegação já está em Minas Gerais, todos os jogadores viajaram para lá. Toda essa situação causa um desgaste, além do psicológico, também técnico. O Brasil não merecia passar por essas dificuldades nesse momento. Tem que haver um bom senso”, declarou à Rádio Guaíba.
Três jogadores do Londrina, Madison, Anderson e Alan Vieira, foram punidos com dois, seis e sete jogos, respectivamente. O clube paranaense ainda sofreu a pena de perda de dois mandos de campo e outros dois jogos com portões fechados no Estádio do Café, além de multa de R$ 20 mil pela confusão generalizada entre as duas equipes.
Brasil de Pelotas tem oito jogadores punidos e busca efeito suspensivo
Clube tenta liberação dos atletas para final da Série D contra o Tombense