Depois de não resistir ao favoritismo de República Tcheca e Espanha, a seleção brasileira feminina de basquete joga contra uma equipe que está na mesma situação, o Japão. A partida vale tudo. Quem ganhar, avança como terceiro colocado do grupo às oitavas de final do Mundial da Turquia. Quem perder, está fora. O jogo, em Ancara, começa às 8h, pelo horário de Brasília.
Para o técnico Luiz Augusto Zanon, o Brasil precisará fazer uso de seu jogo coletivo para não dar um adeus tão precoce ao torneio: “O Japão tem um ritmo muito forte, mas não tem um revezamento tão grande. Vamos imprimir o nosso jogo coletivo, que é o que fazemos de melhor, e explorar a nossa maior vantagem sobre elas, a altura”. Zanon lembrou que a próxima fase é mata-mata e aí, segundo ele, “tudo pode acontecer”.
Com média de idade de 25 anos, o Brasil passa por uma renovação. Nas duas primeiras partidas, em que foi derrotado, o time sofreu com a inexperiência. Por isso, terá de se superar no primeiro momento decisivo. “Sabemos da nossa qualidade e dos nossos defeitos. Temos que jogar o nosso basquete. Não podemos dar a segunda chance para as japonesas. É a mesma situação para elas. É bloquear tudo e não ter bola perdida. Não temos nada a perder. É vida ou morte”, acredita a pivô Érika.
Brasil decide classificação no Mundial de Basquete
Seleção feminina enfrenta o Japão às 8h desta terça-feira