Talvez não encontre a mesma facilidade das três goleadas da primeira fase, mas na abertura das oitavas de final da Copa do Mundo de Futsal, no Uzbequistão, o Brasil não deve ter tantas dificuldades também diante da Costa Rica, adversário desta terça-feira, em Bucara, às 9h30min (horário de Brasília). A partir das quartas, aí sim, o funil começa a apertar a se confirmar o favoritismo de Marrocos contra o Irã.
Uma das favoritas ao título ao lado de Espanha e Portugal, atual campeã, a Seleção Brasileira fez uma campanha impecável com três vitórias e 27 gols distribuídos nos 10 a 0 em Cuba, 8 a 1 sobre a Croácia e por 9 a 1 na Tailândia. O grupo de 2024, além da manutenção do técnico Marquinhos Xavier, tem boa parte dos jogadores eliminados precocemente no Mundial da Lituânia, em 2021. Ou seja, experiência não falta. Um dos veteranos é o goleiro Guitta, que disputa a sua quarta Copa do Mundo e por isso, está em alerta.
“É um mata-mata e sabemos que qualquer coisa pode acontecer. Cada jogo é perigoso, mesmo que o adversário seja considerado mais fraco. Não podemos permitir erros, pois não há volta a partir daqui", diz o goleiro.
Do outro lado da quadra, a Costa Rica chega como franco atirador. A seleção pegou um grupo difícil com Holanda e Paraguai e bateu somente os donos da casa. “É uma equipe rápida e individualista, que não atua tão coletivamente. Esse jogo mais livre pode torná-los perigosos, pois tendem a jogar de forma mais solta, sem muita responsabilidade”, completa o goleiro do Brasil,