"Acho que é todo o conjunto. Começa pelo saque, mas tem todo o resto envolvido, o bloqueio, o ataque das meninas. Quem vem do banco sempre tenta entrar para resolver, para melhorar o que de repente não está dando certo. Todas que vieram do banco ajudaram nas horas difíceis e conseguiram resolver. Estamos ali para isso", comentou Natália.
A reserva da Seleção foi responsável por oito saques na partida, incluindo uma sequencia de cinco reposições no segundo set, tirando o Brasil do sufoco e dando a vantagem na parcial, sendo que o time perdia por quatro pontos. "É a confiança. O Zé Roberto é muito observador e ele sabe que nas horas difíceis ele pode confiar. Não só nas três ou quatro que vem entrando (Natália, Monique, Fabíola e Tandara), mas no time inteiro que está no banco. Não são seis ou sete atletas que formam o time, mas as 14 que podem entrar na quadra", definiu a jogadora.
Além de Natália, Dani Lins foi outra que teve ótima passagem no saque. No terceiro set, a jogadora foi responsável por ampliar a vantagem brasileira, com cinco saques seguidos, incluindo um ace. A jogadora é a sacadora mais eficiente da Seleção, com 73 tentativas e só quatro erros.