“Me surpreendeu muito esta convocação (para o exército), já que não esperava isso. Quando vi nem sabia o que fazer. Se eu tiver que ir para o exército, nem sei o que faria. A única coisa que posso fazer bem é jogar futebol”, disse, ao site local Sport.
O brasileiro também falou da apreensão da família com a notícia e deposita esperanças no clube de escapar da guerra. “Eu fui até o clube, eles me orientaram e devem resolver a questão. Eu não sei se outros companheiros de equipe também receberam a intimação, não disse nada para ninguém. Minha esposa estava com muito medo, mas eu tranquilizei-a. Vai ficar tudo bem, vou voltar a treinar e em breve começará o campeonato”, afirmou.
Esta não é a primeira vez que a crise na Ucrânia afeta jogadores brasileiros. Nesta semana, atletas sul-americanos se recusaram a voltar ao país com o Shakhtar Donetsk após amistoso na França.