Esportes

Brigada não reconhece Geral e Popular como torcidas organizadas

Com a medida, torcedores dos grupos não poderão ingressar nos estádios com faixas e instrumentos musicais

O Comando do Policiamento da Capital (CPC) divulgou a análise da documentação enviada pelas torcidas organizadas de Grêmio e Inter, no final da tarde desta segunda-feira. De acordo com o chefe do Estado Maior do CPC, tenente-coronel Paulo Stocker, os dois clubes têm 11 torcidas, ao todo. Destas, apenas a Geral, do Grêmio, e a Guarda Popular, do Inter, não estão conforme o exigido pela BM. “Agora, estes passam a ser tratados como torcedores e não mais como torcida organizada”, explicou Stocker.

No mês passado, a Brigada exigiu das torcidas a documentação onde deveria constar o registro de todos seus integrantes, um estatuto, entre outros dados. O prazo para a apresentação foi final de março. Desta data em diante, o Comando começou a analisar o que foi enviado. Pouco antes do término do prazo, o comandante do CPC, coronel Atamar Cabreira, já advertia que se a documentação não fosse satisfatória, a BM não trataria mais o grupo como torcida organizada.

Com isso, já a partir do próximo jogo, os dois grupos não poderão entrar nos estádios Olímpico e Beira-Rio com faixas, bandeiras e instrumentos musicais.

Na próxima quinta-feira, o comandante do CPC se reúne com as direções de Grêmio, Inter e representante da Federação Gaúcha de Futebol para definir o esquema de segurança para o clássico Gre-Nal que decide a Taça Farroupilha, no Beira Rio.

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