O flerte, porém, foi apenas formal. O presidente da Associação de Futebol Argentino (AFA), Julio Grondona, já havia declarado que os membros da Conmebol estavam fechados em continuar apoiando Blatter, como já vêm fazendo desde 1998, quando o suíço substituiu João Havelange na presidência da Fifa. O opositor, porém, garante que tem mantido conversas "interessantes" com alguns dirigentes.
Falando à imprensa, Blatter lembrou sua relação com o brasileiro Havelange e relacionou o seu respeito ao continente com os "grandes talentos do futebol mundial" que surgem na América do Sul. Já Bin Hamman voltou a prometer melhor distribuição de recursos, para privilegiar os países menos favorecidos, e implantar tecnologia para determinar se a bola ultrapassou a linha do gol.