Este grupo de conselheiros irá alegar que a atual administração errou no uso do dinheiro do Flamengo para o pagamento dos custos do jogador, como o valor pago de auxílio moradia – R$ 10 mil mensais –, sendo que já recebia salário de R$ 528 mil brutos. Ainda será solicitada a devolução da quantia paga para o auxílio aos cofres do Rubro-Negro.
Após a publicação da reportagem, dirigentes do Flamengo entraram em contato com o staff de Carlos Eduardo para pedir desculpa pelo vazamento de documentos internos da negociação do meia. A diretoria viu o clima de desconforto aumentar nos corredores da Gávea, temendo contestações por conta da austeridade financeira pregada desde o início não ter sido seguida no caso do meia.
O Flamengo gastou a quantia de R$ 10.883.979,00 no período de 18 meses para contar com Carlos Eduardo. Por mês, ele recebe, na carteira, R$ 250 mil e o auxílio moradia. Além disso, mais R$ 278 mil relativos a direitos de imagem. Cinco empresas são responsáveis por destinar ao empresário do jogador, Jorge Machado, um percentual do lucro. O valor pago chega próximo dos R$ 1,2 milhão.