De acordo com a CBF, o ouvidor será responsável pela análise técnica das atuações dos árbitros, enquanto a corregedoria será responsável pela conferência documental, além de receber e apurar denúncias que ocorram nos quesitos éticos e morais. Além disso, os árbitros passarão a receber suporte social e psicológico. Outras duas resoluções publicadas devem ter menor efeito para os clubes. Uma delas ratifica as categorias de árbitros e assistentes e cria uma nova, a "Especial 2", destinada aos árbitros que um dia aspiraram à Fifa.
Marin também definiu que o cargo de observador de arbitragem deve ser ocupado por ex-árbitros que tenham atuado no futebol nacional. Alguém que não tenha sido árbitro e que deseje atuar como observador, deverá ser submetido a uma prova.