“A mão faz parte do jogador. Não há como pensar em um jogador sem mãos”, disse, acrescentando que é preciso identificar se o movimento do braço foi "natural ou não natural". “Não se pode jogar sem mão. Quando um jogador tenta fazer seu corpo maior usando a mão, isso deve ser punido”, seguiu.
Por fim, o dirigente pediu "bom senso" aos árbitros para avaliarem as situações de jogo para além das regras escritas, para poder "ler" a jogada: “O juiz não pode só pensar como juiz e apenas aplicar o que está escrito. Um juiz precisa se colocar no lugar do jogador e entender um movimento”, completou.