Em nota, a Conmebol "reiterou o compromisso de combater qualquer forma de discriminação e atos racistas em suas competições". A entidade acrescentou que "como marco desta prioridade, reforçou a vigilância das equipes de arbitragem e delegados das partidas para advertir e denunciar esse tipo de infração".
A Conmebol levou mais de um mês para resolver o caso, ocorrido na primeira rodada da fase de grupos da Libertadores. A cada toque na bola de Tinga, os torcedores emitiram sons de macaco. Os responsáveis pela decisão foram os integrantes do Tribunal Disciplinar da entidade, o colombiano Orlando Morales e o boliviano Alberto Lozada. Foi o primeiro caso de racismo que a corte julgou.