O que vale é bola na rede. Não adianta criar boas jogadas e chutar em cima do goleiro, mandar para fora, fazer firula... Com menos um jogador quase todo o segundo tempo, o Fluminense mostrou ao Goiás como é que se faz e saiu do Serra Dourada com a vitória por 2 a 1, de virada, e três pontos na bagagem.
Principalmente no primeiro tempo, o Goiás mandou na partida. Entretanto, cansou de perder gols. Não à toa está mal na tabela. É verdade que fez um gol com Erik, aos 33 minutos, após bela arrancada e um toque por cima de Diego Cavalieri.
Parecia que o time goiano iria se recuperar na competição, além de acabar com o jejum de não vencer o Fluminense há sete anos em casa. Só parecia. O acatante Bruno Henrique, junto com Erik, infernizou a zaga tricolor, mas perdeu todas as chances que teve.
O Fluminense não tinha toque de bola. O garoto Gerson não achou seu espaço em campo e Magno Alves estava perdidinho na frente, muitas vezes isolado. Como não é craque, lógico, não fez a diferença. Inclusive, foi o Magnata que teve a melhor chance da equipe tricolor, mas chutou em cima da zaga, aos 46. Veio o intervalo e parecia que o Goiás era quem brigava para entrar no G4. Com menos de 30 segundos da segunda etapa, Bruno Henrique perdeu mais uma vez aquele “gol feito”. Novamente, só parecia. O Fluminense, aos sete, empatou com Wagner.
O Goiás teve um pênalti a seu favor depois de Gum colocar a mão na bola. Mas Cavalieri foi gigante na frente de Felipe Menezes e defendeu. Com Gum expulso – e Vinicius lesionado no fim do jogo –, o Flu encarnou o ”Time de Guerreiros” e, aos 16, Edson virou o placar.
Com dois a menos, Fluminense vira e vence a 1ª fora de casa
Tricolor segura o Goiás de forma dramática e sobe na tabela