"A partir da próxima Libertadores, e de outros torneios nossos, as associações serão sancionadas, iremos suspender estádios ou até jogar em países neutros. Estamos preocupados e vamos tomar atitudes nos próximos campeonatos", disse Figueredo.
Durante o evento, realizado em um hotel de Belo Horizonte, e organizado pela patrocinadora do torneio, Alexandre Kalil, presidente do Galo, e Oscar Carísimo, do Olimpia, trocaram farpas e provocações. "Eles (torcedores do Atlético-MG) não deixaram a gente dormir, muitas pessoas atirando bombas. O que houve ontem foi histórico", disse Carísimo
Por sua vez, Kalil rebateu o mandatário, dizendo ser algo normal neste tipo de competição. Kalil ainda chegou a citar o torcedor do Galo que foi a Assunção e sofreu uma emboscada pelos paraguaios e levou um tiro na perna.
Às 21h50min desta quarta-feira, todo o clima extra campo deverá ser esquecido, ou pelo menos adiado, já que as duas equipes realizam o segundo e decisivo jogo da finalíssima da Libertadores. O Galo precisando reverter a derrota por 2 a 0 no Paraguai e contará com o apoio de mais de 60 mil torcedores.