Ele contratou um escritório particular que não presta serviços ao clube para tratar do caso, segundo nota oficial do Flu. O jogador foi flagrado no exame antidoping realizado após a partida contra o Boavista, no dia 30 de março. Foi constatada a presença das substâncias hidroclorotiazida (diurético que combate a hipertensão arterial) e carboxi-tamoxifeno (metabólico do tamoxifeno), presentes em algumas vitaminas de uma farmácia de manipulação.
Ele inclusive já acionou seus advogados para ver as providências a serem tomadas em relação à empresa que tem vendido o medicamento. O atleta faz uso desse tipo de produto há alguns anos, e nunca antes havia tido registrado um problema. O TJD apresentará a denúncia e a defesa de Deco terá cinco dias para se manifestar sobre o caso. O julgamento deverá ser marcado num prazo entre 15 dias e um mês.
O luso-brasileiro pode pegar uma punição de até dois anos de suspensão. O clube ofereceu apoio jurídico e irá acompanhar o caso, "sem o prejuízo ao desejo do atleta de contar com uma atuação independente".