Desde o começo da Copa do Mundo, os meios de comunicação, torcedores e jogadores estrangeiros multiplicaram suas críticas em relação ao barulho irritante das vuvuzelas, que, com seus 127 decibeis, provocam uma agressão auditiva maior do que uma serra elétrica ou o apito de um árbitro. O Comitê local da Organização do Mundial (LOC), por sua vez, assegurou que as vuvuzelas são um símbolo do torneio e não serão proibidas, salvo por razões de segurança.
As vuvuzelas, cuja origem remonatária aos chifres de 'koudous' (antílopes) utilizados para convocar a reunião dos habitantes dos povoados dos país, são muito apreciadas pelos torcedores sul-africanos. Van Schalkwyk decidiu desenvolver uma versão em plástico depois de ter visto as originais nos estádios. Sua empresa vendeu um milhão e meio de vuvuzelas na Europa desde outubro passado. Durante o Mundial prevê faturar com as vendas um total de dois milhões de euros.
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