Como há muito não se via, os torcedores dos Diabos Vermelhos festejam uma geração capaz de fazer com que as expectativas belgas se elevem neste Mundial. Liderados pelo meia Eden Hazard, a Bélgica tem diante dos norte-americanos uma possibilidade de se aproximar ainda mais do feito obtido na Copa de 86, quando a Bélgica terminou com a 4ª posição do torneio.
Os Estados Unidos, por sua vez, jogam não apenas por igualar a campanha na Copa de 2002, quando caíram para a Alemanha nas quartas. Na terra do beisebol, a massificação do jogo é a grande tacada. Para o técnico Jürgen Klinsmann, a partida representa muito mais do que a possibilidade de seguir vivo na Copa do Mundo. "Não há mais como impedir o crescimento do futebol nos EUA, mas a locomotiva disso tudo é a nossa seleção", disse o treinador.
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