O defensor ainda lembrou o tempo em que teve tuberculose, enquanto estava no futebol russo. A recuperação na época serve para inspirá-lo para o objetivo futuro, que é o Mundial. “Foi um momento de muita luta, sacrifício. Nem todo mundo sairia dessa situação que eu saí. Foram dois meses sem nenhum tipo de visita. Foram os piores seis meses da minha vida. Hoje, olho para trás e vejo quanto fui guerreiro. Sou um cara vencedor. Essa Copa pode vir a abrilhantar mais a carreira. Vai ser difícil, mas nada na vida é impossível”, completou o zagueiro.
Não é por acaso que ele já mentalizou levantar a taça no dia 13 de junho, no Maracanã: “Se eu falar para você que não pensei, estou mentindo. É inevitável. É uma possibilidade grande, por ser dentro de casa, por ter uma equipe qualificada e uma torcida apaixonada”.