O jogo
A expectativa de uma melhor exibição do time Bélgica parecia que ia se confirmando. Explorando as pontas, o time comandado por Marc Wilmots pressionou a Rússia nos primeiros minutos da primeira etapa. Mas a pressão não se manteve e a Rússia, aos poucos, foi ganhando terreno no jogo. Até por isso, foi de Fayzulin a primeira chance clara, que Courtois defendeu, aos 12 minutos.
Com Hazard pouco efeito, couberam a Mertens as melhores chances da Bélgica. Como aos 19, quando a bola foi para fora, e aos 35 minutos, quando Akinfeev defendeu. Com um forte contra-ataque, a Rússia teve, já no final da primeira etapa, a grande chance do jogo. Após cruzamento da esquerda, Kokorin subiu sozinho, mas o cabeceio não teve a direção do gol.
Talvez pelo calor, o ritmo do jogo diminuiu na segunda etapa, e os times não conseguiam criar chances muito claras e nem conseguiam impor pressão sobre os adversários. A Rússia tentava um pouco mais nas jogadas belo alto, mas não conseguia assustar Courtois como fez no primeiro tempo.
Wilmots até tentou mexer no time, Hazard tentou aparecer mais para o jogo, mas o autor da primeira grande chance da segunda etapa ser o lateral-direito que não começou o jogo foi sintomático. O cansaço já estava evidente quando o camisa 22 chutou cruzado, mas para fora.
E como se estivesse se poupando durante toda a partida, Hazard apareceu nos últimos dez minutos. Primeiro, acertando cobrança de falta na trave. Depois, com chute desviado para fora. O último ato foi a boa jogada pela esquerda antes da rolada para Origi estufar as redes. Ainda houve tempo para Mirallas assustar em mais um chute, mas Akinfeev defendeu. Aliás, o time russo não se aguentava mais, e não teve forças para reagir.