Este tipo de ação não é novidade para os integrantes do batalhão. Quando ocorrem jogos na Capital com times estrangeiros, como argentinos, por exemplo, o acompanhamento do batalhão aéreo é feito desde Uruguaiana, onde a BM tem uma base.
Em um helicóptero Esquilo, a tripulação partiu em direção ao estádio do Inter, um trajeto que durou menos de cinco minutos. "Transformamos o campo suplementar do Beira-Rio em uma espécie de base avançada", explica o capitão Felipe Kothe, líder da equipe, designada como Guapo 09. "É uma espécie de heliporto, para podermos agir rápido em alguma emergência", completa.
Em um dia de jogo, o Esquilo é acompanhado por mais um aparelho: um Schweizer. Um outro modelo de helicóptero, para duas pessoas. Estes, além de fazer o policiamento, servem de apoio em alguma eventualidade.
De acordo com o comandante do BAv-BM, major Carlos Alberto Selistre, estão sendo encaminhados pedidos de aquisições de novos aparelhos. "Dependendo das seleções que ficarem em Porto Alegre, a questão de atentados terroristas deve ser levada em conta", observa ele.