Não é no Dia da Independência americana, mas sim o 1º dia do mês. É na Califórnia, mas não em São Francisco, e sim em Santa Clara. E não é contra o maior campeão de Copas, mas sim diante de um país que vai somente para a sua segunda competição. No entanto, assim como o Brasil em 1º de julho 1994, hoje a Bósnia e Herzegovina pode transformar os norte-americanos de anfitriões em simples telespectatores do torneio. Quem levar a melhor a partir das 21h, no Levi’s Stadium, vai às oitavas de final contra quem passar de Bélgica e Senegal. A Cazé TV transmite ao vivo o jogo.
A última impressão do time dos Estados Unidos foi bem pior do que a primeira. Se na estreia o time comandado pelo argentino Mauricio Pochettino amassou o Paraguai, na 3ª rodada, já classificado, a derrota para a eliminada Turquia pareceu um amistoso. O desempenho na vitória sobre a Austrália, entre os dois confrontos, sinaliza que o país da bola oval de fato evoluiu também dentro de campo e não somente em estrutura.
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O adversário mostrou que pode dificultar as coisas para os donos da casa. Aliás, já fez isso na estreia em Toronto quando arrancou um empate diante do Canadá, também um anfitrião desta Copa. Mais do que isso, até antes de começar a competição, os bósnios deram o recado de que o favoritismo pouco importa.
Na repescagem europeia, o time tirou forças para buscar um empate heroico com a Itália, para depois eliminar os tetracampeões nos pênaltis. Qualquer esperança de permanecer na disputa passa pelo veterano Edin Džeko. Aos 40 anos, assim como o país dos bálcãs, ele está em sua segunda Copa do Mundo.