Apesar de defender o fim do choro na Seleção, Cafu preferiu não crucificar Thiago Silva, por não exercer um papel motivador na disputa de pênaltis do Brasil contra o Chile. “É uma maneira dele se concentrar, refletir sobre tudo o que estava acontecendo. Não podemos criticar o Thiago Silva pelo posicionamento. O grupo tem que ter respeito em relação à posição dele”, afirmou.
“O choro é natural, um se emociona de uma maneira outro de outra. Alguns conseguem conter, outros não”, completou.
Lágrimas à parte, Cafu defende uma mudança de postura dentro de campo. Para ele, a Seleção Brasileira precisa melhorar as atuações nas partidas. “O Brasil não tem que temer adversário nenhum. Tem que ir para cima, impor ritmo de jogo, acreditar que pode vencer. Tem mais gente torcendo a favor do que contra. Mas precisamos jogar, arrumar o time”, disse o ex-capitão.