Copa do Mundo

Cair cedo para ser campeão depois? Como foi a recuperação do Brasil após as últimas eliminações precoces em Copas

Derrota para a Noruega nas oitavas de final é a mais precoce desde 1990; Ancelotti foca em 2030

Eliminação do Brasil, nas oitavas de final da Copa do Mundo, igualou a pior campanha da Seleção em 36 anos
Eliminação do Brasil, nas oitavas de final da Copa do Mundo, igualou a pior campanha da Seleção em 36 anos Foto : ODD ANDERSEN / AFP

A eliminação do Brasil, nas oitavas de final da Copa do Mundo, igualou a pior campanha da Seleção em 36 anos. A derrota de ontem por 2 a 1 para a Noruega foi a mais precoce desde a Copa de 1990, na Itália. Daquela vez, o time treinado por Sebastião Lazaroni foi derrotado pela Argentina, de Maradona, por 1 a 0.

Assim como no jogo de 2026 contra a Noruega, a Seleção perdeu inúmeras oportunidades de abrir o marcador naquela tarde no Stadio Delle Alpi, em Turim, antes do gol de Caniggia tirar o Brasil ainda nas oitavas.

Um histórico de eliminações precoces

Antes disso, a pior participação brasileira em Copas havia sido em 1966, quando o time então bicampeão mundial, e com Pelé e Garrincha no elenco, foi eliminado na primeira fase. A Seleção venceu a Bulgária na estreia por 2 a 0, mas depois foi derrotada por 3 a 1 por Hungria e Portugal.

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A coincidência dessas duas desclassificações é que nas Copas seguintes, 1970 e 1994, o Brasil levantou a taça. Nas duas Copas, o adversário na final foi a Itália.

Ancelotti projeta o futuro da seleção

Na entrevista coletiva após a eliminação desse domingo, o técnico Carlo Ancelotti já deu o tom para a virada de chave e o foco em 2030. “Uma derrota é o começo de uma nova aventura. Temos que seguir melhorando, encontrar novas ideias. Não é um fim, é o início de um novo ciclo”, afirmou.

Será o começo de uma nova conquista?