Campeão da Copa do Mundo de 2026 contra a Argentina, o técnico da Espanha, Luis de la Fuente, está longe do topo da lista dos treinadores mais bem pagos do futebol de seleções. Segundo levantamento publicado pelo jornal britânico The Mirror antes do Mundial e citado pelo site As, De la Fuente ocupava apenas a 15ª colocação entre os 48 treinadores do torneio.
A lista é liderada pelo técnico da Seleção Brasileira, Carlo Ancelotti. Mas enquanto o italiano foi eliminado nas oitavas de final pela Noruega, o espanhol chegou na final e conquistou a taça. Outro exemplo de alto investimento sem retorno foi o de Julian Nagelsmann, cuja Alemanha caiu ainda na fase de 16 avos diante do Paraguai. Lionel Scaloni, vice-campeão do mundo, está uma posição acima de De la Fuente, e também bem distante dos técnicos que mais recebem.
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Após a conquista da Eurocopa, a Real Federação Espanhola de Futebol (RFEF) renovou o vínculo de De la Fuente em janeiro de 2025, fixando seus vencimentos atuais em 2 milhões de euros.
O contrato anterior expiraria ao fim desta Copa do Mundo, mas o novo acordo garante a permanência do treinador no comando de La Roja até a Eurocopa de 2028, que será disputada no Reino Unido.
Confira a lista dos técnico mais bem pagos, segundo o As:
- Carlo Ancelotti (Brasil) – € 10 milhões
- Julian Nagelsmann (Alemanha) – € 7 milhões
- Mauricio Pochettino (EUA) – € 6 milhões
- Thomas Tuchel (Inglaterra) – € 5,8 milhões
- Roberto Martínez (Portugal) – € 4 milhões
- Fabio Cannavaro (Uzbequistão) – € 4 milhões
- Didier Deschamps (França) – € 3,8 milhões
- Ronald Koeman (Holanda) – € 3 milhões
- Marcelo Bielsa (Uruguai) – € 3 milhões
- Javier Aguirre (México) – € 2,5 milhões
- Gustavo Alfaro (Paraguai) – € 2,5 milhões
- Jesse Marsch (Canadá) – € 2,5 milhões
- Julen Lopetegui (Catar) – € 2,4 milhões
- Lionel Scaloni (Argentina) – € 2,3 milhões
- Luís de la Fuente (Espanha) – € 2 milhões