As recentes acusações de exploração aos trabalhadores na região do Golfo, aonde está o Catar, país que vai sediar a Copa do Mundo de 2022, foram respondidas. Em uma reportagem veiculada em diversos sites do oriente, é lembrado que a Confederação Sindical Internacional (ITUC, na sigla em inglês), não é um órgão que mereça respeito e seriedade.
O ITUC destacou denúncias de trabalho escravo nas obras para a Copa do Mundo no Catar, e outras em relação a imigrantes indianos nos Emirados Árabes Unidos, em construções como o novo Museu do Louvre e o Guggenheim. Além da incapacidade da sede do Mundial em dar mais direitos à força de trabalho.
Segundo a reportagem, que ouve membros de alguns órgãos indianos, as denúncias são implacáveis, agressivas e questionáveis. O relatório do ITUC marcou os países do Oriente Médio como "senhores de escravos", e isso mancharia a imagem durante muito tempo, e a reputação sofreria um impacto a longo prazo.
A matéria rebate a UTIC e também faz denúncias a ela. O órgão teria demitido cerca de 600 funcionários recentemente para cortar custos, e assim manter o seu financiamento. Além disso, oferece salários muito baixos a empregados subalternos, e enquanto isso, membro importantes vivem vidas luxuosas.
A escolha do Catar para sediar a Copa do Mundo de 2022 foi alvo de diversas denúncias. O país foi acusado de comprar votos para conseguir realizar a competição, e passou por um investigação da Fifa. O relatório final não apontou irregularidades, mas causou uma crise na entidade com a saída de Michael Garcia, responsável pela publicação (ele disse que o que foi divulgado pela Fifa não não tinha os elementos apontados em sua investigação).
Além disso, o Catar também foi alvo de denúncias de trabalho escravo, que teria resultado na morte de vários trabalhadores imigrantes.
Catar critica órgão que apresentou denúncias sobre a Copa do Mundo
Sindicato que acusou países do Golfo também teria cometido irregularidades