• CPnaCopa: Franceses atravessam 15 países para “sentir” a Copa
“Ficamos muitos felizes com a oportunidades de recepcionado os franceses porque foi algo único. Não vamos viver isso tão cedo. Esse movimento todo. Foi uma conexão cultural perfeita”, comemorou a gerente de operações, Joice Adams, que revelou que o Chalé se preparou para receber os turistas: “Mantivemos o nosso cardápio, mas apresentamos atrações franceses e gaúchas. Eles nos falaram que sentiram em casa. Foi uma sensação bastante gratificante. Foi algo mágico”.
Alegria não faltou – e nem bebida. Nos dois dias que ficaram na capital do Rio Grande do Sul, a capirinha foi a bebida mais servida no casarão que fica no centro da cidade. Quase 2 mil doses foram vendidas entre 17h de sábado e 2h da segunda-feira. De chope foram outros tantos litros.
Apesar de ser um dos pontos de preocupação com a segurança pública, os mil franceses que passaram pela casa relataram para os funcionários do Chalé da Praça XV que estavam se sentido seguros no Centro da cidade e optaram por ir até o estádio Beira-Rio pelo Caminho do Gol.
Depois de les bleus, a laranja mecânica
Na terça-feira será a vez dos holandeses se concentrarem no largo Glênio Peres a partir das 8h. O Chalé da Praça XV se preparou para o evento com um reforço no chope e na cerveja. Apesar do foco no jogo da Holanda, os proprietários do local comemoram o fato de estrangeiros de várias nacionalidades terem passado pelo local.
“No domingo, tivemos que limitar a entrada de algumas pessoas contra a nossa vontade pelo grande número de visitantes. Passaram pelo Chalé argentino, chilenos, italianos, americanos, uruguaios, ingleses, australianos e outros. É um momento único”, declarou Joice.
Veja a festa dos franceses no Chalé: